O óleo do motor é fundamental para que as peças metálicas internas não sofram atritos, senão o desgaste poderia levar a danos sérios e bem caros, por isso, é tão importante, e sendo um produto altamente necessário, seria interessante saber também, qual a composição do lubrificante?

O lubrificante ou óleo para carro é encontrado em 3 tipos diferentes. E são os seguintes:

  • Mineral;
  • Semissintético;
  • Sintético;

Na composição do lubrificante existem pelo menos 2 componentes em comum, o óleo de base conhecido como Basestock, e os aditivos.

O Basestock compõe a maior parte do óleo e representa a essência do lubrificante. É formado por inúmeros tipos de hidrocarbonetos de cadeia longa (alifáticos e aromáticos, de 15 a 50 carbonos), aditivos de lubrificação, alguns metais (alumínio, bário, fósforo, zinco e arsênico, dentre outros) e outros diversos compostos orgânicos e inorgânicos variados (sendo alguns bem tóxicos como benzeno, tolueno, xileno e etilbenzeno).

Os hidrocarbonetos são as moléculas que dão a propriedade lubrificante ao óleo o qual é constituído por cadeias de átomos de carbono e hidrogênio ligados em série, e quanto maior for a cadeia de carbono, mais viscoso/sólido é o elemento. Já os aditivos são utilizados para melhorar mais as qualidades positivas e procuram minimizar as qualidades negativas que possam existir num determinado Basestock. Na composição do lubrificante além do Basestock, são utilizados vários tipos de aditivos. Os principais são:

  • Anticorrosivos;
  • Antiespumantes;
  • Detergente dispersante;
  • Melhoradores do Índice de Viscosidade;
  • Agentes de extrema pressão;

O óleo mineral é refinado do petróleo bruto o qual é extraído de poços naturais subterrâneos, e utilizado como lubrificante desde 1910. Após, ser recuperado, passa várias vezes pelo processo de purificação no refino para melhorar a qualidade de lubrificação, mesmo porque apresenta mais elementos contaminantes que os outros 2 tipos.

Vale frisar que existem lubrificantes no mercado tão puros e refinados que poderiam ser classificados como sintéticos, só que na realidade não são verdadeiros, pois, na composição tem óleo de base mineral, e embora não seja considerado óleo mineral, são conhecidos como semissintéticos.

O processo de refinamento intenso que o óleo mineral pode ser submetido é chamado de hidrocraqueamento que altera a estrutura de várias moléculas do óleo mineral pela quebra e fragmentação em diferentes estruturas moleculares muito mais estáveis.

O resultado é uma Basestock com maior estabilidade térmica e oxidativa, além de melhorar a capacidade em manter a viscosidade adequada como acontece nos óleos, mineral (Helix HX3), semissintético (HX7) e sintético (Ultra) produzidos pela Shell, a diferença é justamente nos códigos de viscosidade que apresenta poucos contaminantes e elevado desempenho.

Para a fabricação do lubrificante sintético, a parte mais importante é a escolha de qual será a substância lubrificante final, e para isso, são feitas pesquisas para determinar quais as características que o lubrificante deve ter, após todo o processo é que a fabricação começa propriamente dito.

No caso de materiais sintéticos, hidrocarbonetos de baixo peso molecular são quimicamente reagidos em laboratório para produzir materiais de maior peso molecular, com propriedades de lubrificação específicas, por isso, não há necessidade de separar a Basestock em frações de diferentes pesos moleculares, e nem é preciso extrair contaminantes, pois esse tipo de óleo não tem.

Lubrificantes sintéticos fabricados desta forma terão os mesmos benefícios que os óleos minerais, apresentando ótimo desempenho em alta ou baixa temperatura, melhor estabilidade oxidativa e térmica, sendo que a maior característica é a diminuição de atrito e maior vida útil do motor. Esses lubrificantes geralmente são os mais caros, ideais para utilizar em carros novos, ou, em motores de veículos de alta performance como Ferrari, Porche, entre outros, que trabalham em temperaturas e RPM muito elevadas

Saiba na hora que um novo vídeo foi postado. Com novidades em equipamentos automotivos, segurança e entretenimento da área mecânica, informação e lazer.

Nota

Imagens meramente ilustrativas.

Atenção! Importante a leitura da Nota de Esclarecimento presente ao final da página.

O óleo do motor é fundamental para que as peças metálicas internas não sofram atritos, senão o desgaste poderia levar a danos sérios e bem caros, por isso, é tão importante, e sendo um produto altamente necessário, seria interessante saber também, qual a composição do lubrificante?

O lubrificante ou óleo para carro é encontrado em 3 tipos diferentes. E são os seguintes:

  • Mineral;
  • Semissintético;
  • Sintético;

Na composição do lubrificante existem pelo menos 2 componentes em comum, o óleo de base conhecido como Basestock, e os aditivos.

O Basestock compõe a maior parte do óleo e representa a essência do lubrificante. É formado por inúmeros tipos de hidrocarbonetos de cadeia longa (alifáticos e aromáticos, de 15 a 50 carbonos), aditivos de lubrificação, alguns metais (alumínio, bário, fósforo, zinco e arsênico, dentre outros) e outros diversos compostos orgânicos e inorgânicos variados (sendo alguns bem tóxicos como benzeno, tolueno, xileno e etilbenzeno).

Os hidrocarbonetos são as moléculas que dão a propriedade lubrificante ao óleo o qual é constituído por cadeias de átomos de carbono e hidrogênio ligados em série, e quanto maior for a cadeia de carbono, mais viscoso/sólido é o elemento. Já os aditivos são utilizados para melhorar mais as qualidades positivas e procuram minimizar as qualidades negativas que possam existir num determinado Basestock. Na composição do lubrificante além do Basestock, são utilizados vários tipos de aditivos. Os principais são:

  • Anticorrosivos;
  • Antiespumantes;
  • Detergente dispersante;
  • Melhoradores do Índice de Viscosidade;
  • Agentes de extrema pressão;

O óleo mineral é refinado do petróleo bruto o qual é extraído de poços naturais subterrâneos, e utilizado como lubrificante desde 1910. Após, ser recuperado, passa várias vezes pelo processo de purificação no refino para melhorar a qualidade de lubrificação, mesmo porque apresenta mais elementos contaminantes que os outros 2 tipos.

Vale frisar que existem lubrificantes no mercado tão puros e refinados que poderiam ser classificados como sintéticos, só que na realidade não são verdadeiros, pois, na composição tem óleo de base mineral, e embora não seja considerado óleo mineral, são conhecidos como semissintéticos.

O processo de refinamento intenso que o óleo mineral pode ser submetido é chamado de hidrocraqueamento que altera a estrutura de várias moléculas do óleo mineral pela quebra e fragmentação em diferentes estruturas moleculares muito mais estáveis.

O resultado é uma Basestock com maior estabilidade térmica e oxidativa, além de melhorar a capacidade em manter a viscosidade adequada como acontece nos óleos, mineral (Helix HX3), semissintético (HX7) e sintético (Ultra) produzidos pela Shell, a diferença é justamente nos códigos de viscosidade que apresenta poucos contaminantes e elevado desempenho.

Para a fabricação do lubrificante sintético, a parte mais importante é a escolha de qual será a substância lubrificante final, e para isso, são feitas pesquisas para determinar quais as características que o lubrificante deve ter, após todo o processo é que a fabricação começa propriamente dito.

No caso de materiais sintéticos, hidrocarbonetos de baixo peso molecular são quimicamente reagidos em laboratório para produzir materiais de maior peso molecular, com propriedades de lubrificação específicas, por isso, não há necessidade de separar a Basestock em frações de diferentes pesos moleculares, e nem é preciso extrair contaminantes, pois esse tipo de óleo não tem.

Lubrificantes sintéticos fabricados desta forma terão os mesmos benefícios que os óleos minerais, apresentando ótimo desempenho em alta ou baixa temperatura, melhor estabilidade oxidativa e térmica, sendo que a maior característica é a diminuição de atrito e maior vida útil do motor. Esses lubrificantes geralmente são os mais caros, ideais para utilizar em carros novos, ou, em motores de veículos de alta performance como Ferrari, Porche, entre outros, que trabalham em temperaturas e RPM muito elevadas

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Nota

Imagens meramente ilustrativas.

Atenção! Importante a leitura da Nota de Esclarecimento presente ao final da página.

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